Criação de codornas em SC impulsiona carne para exportação e restaurantes
Granjas de Coronel Freitas abatem até 16 mil codornas diárias, com metade da produção destinada ao exterior e ao cardápio de estabelecimentos locais.
- Granjas de Coronel Freitas abatem até 16 mil codornas por dia.
- Metade da produção de carne de codorna é exportada.
- Restaurantes da região já utilizam a carne em receitas exclusivas.
A produção de carne de codorna na região oeste de Santa Catarina ganhou destaque em 7 de outubro de 2026, quando uma granja de Coronel Freitas passou a abater entre 15 mil e 16 mil aves por dia, destinando metade da produção ao mercado externo. Para os pequenos negócios do ramo alimentício, a maior disponibilidade desse produto pode ampliar o leque de opções no cardápio e reduzir custos de compra.
Como a criação de codornas pode beneficiar restaurantes locais?
Estabelecimentos de cidades como Arvoredo já utilizam a carne de codorna em receitas diferenciadas, como a codorna recheada ao fogo de lenha. A oferta constante e em maior escala permite que chefs experimentem novos pratos sem depender de importações caras ou de lotes limitados. Além disso, a proximidade da granja reduz o tempo de transporte, garantindo frescor e diminuindo despesas logísticas.
O que a exportação em larga escala significa para produtores regionais?
Com metade da produção destinada ao exterior, os criadores de codornas de Coronel Freitas conseguem acessar mercados internacionais que pagam preços mais elevados. Esse fluxo de receita adicional fortalece a cadeia produtiva local, gerando empregos e estimulando fornecedores de ração, embalagens e serviços de transporte. Pequenos empreendedores que atuam como fornecedores ou prestadores de serviços ao setor podem encontrar novas oportunidades de negócio.
- Abate diário de 15 mil a 16 mil codornas;
- Exportação de 50% da produção, ampliando a presença internacional;
- Restaurantes da região já incorporam a carne em pratos exclusivos.
A tendência de diversificação de proteínas no cardápio, aliada à capacidade de exportação, cria um ambiente favorável para quem deseja inovar no setor gastronômico ou oferecer insumos de qualidade a preços competitivos.
Quais cuidados os pequenos produtores devem observar?
Investir em manejo sanitário adequado e em certificações de qualidade é essencial para atender tanto o mercado interno quanto o externo. A conformidade com normas de exportação garante a continuidade das vendas internacionais e protege a reputação da marca regional.
Em suma, a expansão da criação de codornas em Santa Catarina abre portas para que restaurantes, fornecedores e outros pequenos negócios explorem um nicho ainda pouco explorado, potencializando receitas e fortalecendo a economia local.
Perguntas e respostas
Como a maior oferta de carne de codorna pode impactar o preço para restaurantes?
Com maior volume disponível, os custos de compra tendem a cair, permitindo margens mais amplas nos pratos.
Quais requisitos são necessários para exportar carne de codorna?
É preciso atender às normas sanitárias internacionais, obter certificações de qualidade e garantir rastreabilidade.
Com informações de g1 Economia.