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Mercado e economia

Tarifa sobre carne brasileira na China sobe para 67% e afeta exportadores

Fim da cota sem sobretaxa eleva custo total a partir de 1º de outubro e pode impactar quem vende para o exterior

01/10/2026 1 min de leitura
Tarifa sobre carne brasileira na China sobe para 67% e afeta exportadores
Foto: Fabrizio Zini / Pexels (imagem ilustrativa)
Em resumo
  • Tarifa total sobre carne brasileira na China chega a 67% a partir de 1º de outubro
  • Cota sem sobretaxa foi esgotada em 30 de setembro
  • Medida chinesa protege produtores locais e eleva custo para exportadores brasileiros

A partir de 1º de outubro a carne brasileira passa a pagar tarifa total de 67% para entrar na China, após o país esgotar a cota anual de vendas sem a sobretaxa adicional de 55% somada ao imposto de 12% que já existia.

O que muda na prática para exportadores

O aumento vale porque o Brasil atingiu o limite da cota sem sobretaxa em 30 de setembro. A medida foi anunciada pela China no fim de 2025 para proteger produtores locais contra importações mais baratas.

Pequenos negócios que exportam ou fornecem carne para exportação enfrentam custo maior por tonelada vendida, o que pode reduzir margem ou exigir ajuste de preço para manter competitividade no maior mercado comprador.

Por que a China adotou a tarifa extra

O governo chinês aplicou a sobretaxa a vários países para evitar prejuízo aos seus criadores. A cota brasileira sem cobrança adicional já foi consumida neste ano, obrigando todas as vendas seguintes a pagar o valor cheio.

Exportadores precisam recalcular custos e avaliar se vale continuar enviando volumes ou buscar outros mercados enquanto a tarifa permanecer em vigor.

Perguntas e respostas

Qual é a nova tarifa cobrada pela China?

A partir de 1º de outubro a cobrança total é de 67%, sendo 12% de imposto normal mais 55% de sobretaxa adicional.

Por que a tarifa subiu agora?

O Brasil esgotou a cota anual de vendas sem a sobretaxa em 30 de setembro, obrigando todas as exportações seguintes a pagar o valor cheio.

Com informações de g1 Economia.

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