Entenda a escolha entre Simples tradicional e regime híbrido e as novas obrigações fiscais a partir de novembro de 2026.
Foto: Jean Ivanki / Pexels (imagem ilustrativa)
No modelo tradicional, todos os tributos são pagos em uma única guia (DAS). Quando o cliente é outra empresa (B2B), ele só pode usar como crédito o IBS e a CBS efetivamente pagos, o que…
pode tornar o serviço menos atrativo. O regime híbrido permite que a empresa continue pagando a maior parte dos tributos pelo DAS, mas recolha IBS e CBS separadamente, seguindo a sistemática regular do IVA.
Emissão da NFS‑e nacional: a partir de 1º de novembro de 2026, todas as micro e pequenas empresas do Simples deverão emitir a Nota Fiscal de Serviços eletrônica pelo emissor nacional…
usando o código padronizado NBS.; Alteração nas declarações: a DEFIS deixa de existir; as informações anuais passarão a ser inseridas diretamente no PGDAS‑D a partir de janeiro de 2027.
1. Simular o impacto: use o simulador do Sebrae para comparar a carga tributária nos dois regimes. 2.
Consultar o contador: a escolha depende do perfil de clientes (B2B ou B2C) e da estrutura de custos, sobretudo a presença de insumos tributados. 3.
Um guia prático ajuda o empreendedor a escolher o regime mais vantajoso e a cumprir as novas exigências fiscais sem erros.
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Sim, se a empresa atender principalmente consumidores finais, o Simples tradicional permanece a opção mais simples.
No regime híbrido, o IBS e a CBS são recolhidos fora do DAS, permitindo aproveitar créditos sobre insumos e repassar crédito integral ao cliente B2B.
Arquivo em PDF para imprimir onde quiser. Não é o cartão impresso.
A emissão obrigatória começa em 1º de novembro de 2026, substituindo os sistemas municipais.
O cliente marca sozinho, 24 horas, e recebe lembrete no WhatsApp.
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