Estudo da UFV destaca impactos econômicos e ambientais do manejo fitossanitário na soja
Foto: Mark Stebnicki / Pexels (imagem ilustrativa)
A pesquisa avaliou três cenários de controle fitossanitário: sem controle, controle parcial (40% de proteção) e controle ótimo (80%).
Sem qualquer proteção, a produtividade pode cair para 32 sacas por hectare, uma redução de 55% em relação ao cenário ideal, que atinge 72 sacas por hectare.
A redução da oferta de soja pode elevar os preços do produto em até 49%, o que influencia o custo de itens derivados, como óleo de soja, leite e ovos.
Essa alta pode adicionar cerca de 0,26 ponto percentual à inflação oficial medida pelo IPCA, afetando o poder de compra dos consumidores e os custos para pequenos negócios que usam esses insumos.
O estudo destaca quatro métodos principais para o controle fitossanitário: Biotecnologia, incluindo organismos geneticamente modificados (OGM); Melhoramento genético; Bioinsumos.
Defensivos químicos Além disso, recomenda-se o manejo integrado, que combina dois ou mais desses métodos para aumentar a eficácia e reduzir impactos ambientais.
Embora o uso de defensivos químicos seja eficaz, ele é controverso devido aos riscos ambientais e à saúde humana.
O Brasil é o maior consumidor mundial desses produtos por hectare, o que exige atenção para o uso seguro e responsável.
Conhecer os métodos de proteção da soja ajuda pequenos negócios a se formalizarem e se posicionarem melhor no mercado agrícola local.
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A perda pode chegar a 55%, reduzindo a produtividade para 32 sacas por hectare.
Biotecnologia, melhoramento genético, bioinsumos, defensivos químicos e manejo integrado.
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Pode aumentar o preço da soja em até 49%, impactando produtos derivados e a inflação.
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